Seu Sorriso

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Preste atenção nos sinais que a boca dá para a saúde do organismo

Autoexame pode prevenir doenças mais graves como o 

câncer bucal e HPV


saúde bucal não pode e nem deve ser separada da saúde geral do organismo. Nossa boca é continuamente desafiada por infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. "Qualquer lesão na mucosa da boca pode ser contaminada por micro-organismos presentes na boca ou adquiridos de outras pessoas, aumentando o risco de doenças, desde uma DST até problemas circulatórios", explica a dentista Amália Rodrigues Martins. Afta, herpes, excesso de saburra e outros problemas de saúde, que começam na boca, podem denunciar que seu corpo pede cuidados. 


A boca abriga uma grande quantidade de micro-organismos que residem na superfície dos dentes, nas próteses ou na própria mucosa, formando um ecossistema chamado biofilme, que nada mais é do que a conhecida placa bacteriana. As bactérias podem causar doenças locais, como a cárie, a gengivite e a periodontite. Mas também podem desencadear problemas em outras partes do corpo. "Elas podem penetrar nos tecidos e na corrente sanguínea, liberando substâncias tóxicas e estimulando uma inflamação e até uma infecção grave", diz ela
Portanto sempre que notar algo de diferente na boca, procure logo um dentista, e não se esqueça de fazer uma limpeza COMPLETA A CADA SEIS MESES.




fonte minhavida.com.br

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Alimentos que mancham os dentes

Entenda por que alguns deles podem tornar o seu sorriso amarelado e saiba como minimizar esse problema




Basta tomar um café ou comer uma salada de beterrabas — pigmentos presentes na bebida ou na hortaliça logo, logo impregnam a superfície dos dentes. Com o tempo — e uma higiene bucal inadequada —, tanta tinta dá origem a manchas na dentição ou escurece literalmente o sorriso. Não à toa. Qualquer comida dotada de pigmentação intensa pode provocar essa chateação. “Molhos de soja, refrigerantes à base de cola e sucos coloridos artificialmente estão entre os que mais mancham”, afirma o dentista carioca Alexandre Cardoso, da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral. “Quando o esmalte dentário já se encontra mais desgastado, surgem microporos que permitem a deposição de pigmentos sobre os dentes”, explica Cardoso. Assim, a idade ou o péssimo hábito de exagerar nos doces podem contribuir para o surgimento desses buraquinhos que patrocinam esse atentado à estética.

Para minimizar o problema, o especialista recomenda fazer bochechos com água logo após a ingestão de certos
alimentos e bebidas. Isso ajuda a eliminar o excesso de substâncias capazes de tingir os dentes. Mais tarde, porém, não deixe de investir na escova e no fio dental para garantir a limpeza completa. Lembre-se apenas de que, depois de ingerir algo ácido e rico em pigmentos — como uma taça de vinho tinto —, o melhor a fazer é esperar cerca de uma hora para realizar a escovação. Dessa forma, evita-se um maior desgaste do esmalte que protege os dentes.



Há também quem desconfie que vegetais aparentemente inofensivos, como a alface, já abrigariam substâncias que povoam de manchinhas a dentição. “Mas isso não se compara ao risco oferecido pelo café”, compara Cardoso. O problema dessa bebida, aliás, é que seus amantes a degustam o dia inteiro. E é improvável que, a cada gole, corram ao banheiro para lavar a boca. Não por acaso, quem mantém esse costume por anos e anos fica com os dentes amarelos ou até enegrecidos. O conselho, portanto, é maneirar no seu consumo e enxaguar a boca sempre depois de saboreá-lo. O mesmo recado vale par os refrigerantes que, além de cheios de corantes, são ácidos e
danificam o esmalte dental.

Não é preciso excluir alimentos que marcam presença no seu cardápio, sobretudo os saudáveis como a beterraba. O fundamental é higienizar os dentes após as refeições — inclusive depois do lanche da tarde — e conservá-los firmes e fortes para afastar de manchas a encrencas mais sérias. E, claro, não deixe de visitar o dentista a cada seis meses

domingo, 1 de junho de 2014

Uma escovação perfeita

Sempre é melhor investir em uma escovação de qualidade do que apostar na quantidade. Ou seja, é melhor escovar uma vez ao dia, de maneira perfeita, do que passar superficialmente a escova várias vezes ao longo do dia.





Quando pensamos em higiene da boca, o raciocínio que surge é sempre este: quanto mais vezes limpar, melhor. Mas em Saúde Bucal não é bem assim. Especialistas afirmam que é melhor investir em uma escovação de qualidade do que apostar na quantidade. Ou seja, é melhor escovar uma vez ao dia, de maneira perfeita, do que passar superficialmente a escova várias vezes ao longo do dia. “Ainda se recomenda escovar após as refeições. Ou três vezes ao dia.

 A escovação perfeita começa com a escolha de uma boa escova. Cerdas Macias e retas, sempre. Depois de escolhida, é hora de limpar todos os lados de superfície do dente, que são três. “O ideal é escovar por dez minutos”. Parece bastante tempo?  “Se escovarmos por cinco segundos cada face do dente, seriam oito minutos. Este é o tempo mínimo”.
A escovação se torna ainda mais necessária à noite, quando não há a saliva para ajudar na proteção dos dentes. “Comece escovando o arco superior e depois o inferior. Limpe com fio dental e escova interdental”.
- Coloque apenas uma pequena quantidade (do tamanho de uma ervilha) de creme dental
- Não umedeça a escova depois de colocar a pasta de dente, pois a água quebra o flúor dos cremes dentais. Se quiser a escova úmida, passe a água antes da pasta.
- Utilize os raspadores ou escovadores de língua: grande parte dos casos de mau hálito é ocasionada por sujeira na parte posterior da língua, que não é higienizada por causar ânsia nos pacientes.
- Troque sua escova assim que verificar que as cerdas estão deformadas. Também é indicado trocá-las depois que o paciente passa por processos de inflamação ou infecção. 


sábado, 31 de maio de 2014

De chiclete a mastigar 32 vezes: combata o mau hálito

         
Muitas pessoas com halitose crônica se confundem ao pensar que usando métodos de prevenção vão se livrar da halitose

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), Marcos Moura, o que combate o mau hálito é um diagnóstico preciso feito por um profissional capacitado, seguido de tratamento e acompanhamento por no mínimo três meses. “Só assim que quem tem halitose crônica ficará livre do mal que atormenta mais de 30% da população brasileira”, diz.
Para quem ainda não sofre com a doença, ainda há tempo de prevenir. Mudanças de hábitos ajudam a enfrentar o problema. “Hábitos alimentares adequados, mastigar no mínimo 32 vezes, fazer higiene oral três vezes ao dia e atividade física regular, no mínimo três vezes por semana com duração de uma hora, ajudam a prevenir o mau hálito”, diz Ana Christina Kolbe, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisa dos Odores da Boca – ABPO. 
Conheça outras armas contra a halitose.                        
Limpador de língua 
Para evitar o mau hálito é necessária a remoção da saburra lingual no dorso da língua, em especial no 1/3 posterior, a parte mais próxima da garganta. Justamente por sua localização, o uso da escova para esse fim causa ânsia e a higienização não é feita corretamente. A dimensão vertical dos raspadores, por serem menor que a da escova terá ação mais eficaz.

Água 
Além da eliminação de bactérias, restos alimentares e células descamadas da boca, a ingestão de água tem ação direta na formação da saliva, que é composta por 99% de água. Deve-se ingerir no mínimo dois litros de água por dia.




Goma de mascar sem açúcar
Engana-se quem acha que o sabor e odor da goma de mascar elimina o mau hálito. Em 10 minutos mascando uma goma, ela perde todo seu odor e sabor e se a pessoa está com halitose, esse mau hálito persistirá. Em uma boca saudável e bem higienizada, a goma de mascar previne a halitose, porque estimula a salivação. Dê preferência às gomas sem açúcar e um pouco mais resistentes e bem azedinhas.


Alimentos certos 
A alimentação deve ser balanceada. O excesso do consumo de proteínas causa mau hálito, já alimentos que deixam a boca úmida, estimulando a salivação, como as frutas cítricas, são recomendados.
Comer de três em três horas 
Para evitar a eliminação de compostos orgânicos voláteis que saem pela respiração, deve-se evitar ficar mais de três horas sem se alimentar. O organismo irá queimar gordura para obtenção de energia e com isso ocorrerá a liberação desses compostos, o que causa halitose sistêmica – que não depende da saúde bucal. Quem faz regime e fica muito tempo sem se alimentar geralmente tem mau hálito.
Irrigador oral
Método que complementa a higienização, muito usado com quem usa aparelhos ortodônticos, mas que jamais irá substituir uma correta higiene bucal com escova, fio dental e raspador lingual.
Especialista em halitose 
Como 90% das causas estão na boca, o dentista deve ser o primeiro profissional de escolha para diagnosticar a halitose. No caso, o dentista capacitado que deverá indicar outra especialidade, caso seja necessário. A ABHA, formada principalmente por dentistas capacitados em halitose, há 15 anos se dedica na formação desses profissionais.
Um amigo 
Quer ajudar um amigo que tem halitose e não sabe como? Use o serviço gratuito e anônimo da Associação Brasileira de Halitose, o SOS MAU HÁLITO (www.abha.org.br/sosmauhalito). A ABHA,envia  por carta ou email  todas as orientações necessárias e de forma sigilosa. 


9- Canela 
Um recente estudo descobriu que a goma de mascar sabor canela pode possuir propriedades que combatem o mau hálito, diferentemente dos outros sabores que funcionam mais como uma máscara. Um ingrediente presente no saborizante aparentemente diminui os níveis de bactérias presentes na boca. O único problema é que chicletes açucarados não são bons para os dentes, logo, opte por chicletes de canela sem açúcar. 

Pão 
Se você está fazendo alguma das populares dietas low-carb (dietas com baixo consumo de carboidratos), o mau hálito tem grandes chances de ser um efeito colateral. As dietas que abusam das proteínas também são um risco. As bactérias que causam o mau hálito são chamadas de proteolíticas, ou seja, digerem essas proteínas e liberam moléculas de enxofre, o mau hálito.